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Central America

Messing with Gender in Feminist Political Ecology

Citation:

Mollett, Sharlene, and Caroline Faria. 2013. “Messing with Gender in Feminist Political Ecology.” Geoforum 45 (March): 116–25.

Authors: Sharlene Mollett , Caroline Faria

Abstract:

Feminist political ecology (fpe) is at a crossroads. Over the last 2 years, feminist political ecologists have begun to reflect on and debate the strengths of this subfield. In this article, we contribute by pointing to the limited theorization of race in this body of work. We argue that fpe must theorize a more complex and messier, notion of ‘gender’, one that accounts for race, racialization and racism more explicitly. Building on the work of feminist geography and critical race scholarship, we argue for a postcolonial intersectional analysis in fpe – putting this theory to work in an analysis of race, gender and whiteness in Honduras. With this intervention we demonstrate how theorizing race and gender as mutually constituted richly complicates our understanding of the politics of natural resource access and control in the Global South.
 

Keywords: feminist political ecology, race, whiteness, postcolonial intersectionality

Topics: Coloniality/Post-Coloniality, Environment, Feminisms, Gender, Women, Masculinity/ies, Gender Roles, Femininity/ies, Gendered Power Relations, Race Regions: Americas, Central America Countries: Honduras

Year: 2013

Women and Artisanal Mining: Gender Roles and the Road Ahead

Citation:

Hinton, Jennifer, Marcello M. Veiga, and Christian Beinhoff. 2003. “Women and Artisanal Mining: Gender Roles and the Road Ahead.” In The Socio-Economic Impacts of Artisanal and Small-Scale Mining in Developing Countries, edited by G Hilson and A Balkema. Netherlands: Swets Publishers.

Authors: Jennifer Hinton, Marcello M Veiga, Christian Beinhoff

Annotation:

“In many locales, women function in multiple capacities. For instance, a women working as a panner may also obtain income as a sex trade worker and a cook.” (Hinton et. all, 2003, p. 2).

This article takes care to compare the situations of female miners in Africa, Asia and South/Latin America. In terms of percentage of artisanal miners who are female: Asia < South/Latin America < Africa

“In Guinea, although women undertake the same labour as men, inequities in pay (men are paid four times more for the same quantity of gold) often leads to a “troc”, or trade of sex for additional money or gold (USAID, 2000)” (p. 8).

“Although the chemical dangers, in particular, those associated with mercury and cyanide misuse, first come to mind, most occupational hazards are a consequence of poor physical conditions, such as ground failure, shaft collapses and machinery accidents” (p. 9).

Because of their involvement with the processing aspect of mining, women are at greater risk of chemical dangers and side effects.

“Chronic exposure to moderate levels of methylmercury results in symptoms including: visual constriction; numbness of the extremities; impairment of hearing; impairment of speech; and impairment of gait. In cases of acute intoxication, muscular atrophy, seizures and mental disturbance are prominent. Women of childbearing age and their children are particularly susceptible  as methylmercury readily crosses placental barriers and is considered to be a developmental toxicant (Grandjean, 1999). Depending on the frequency and degree of exposure, effects can range from sterility, and spontaneous abortion, to mild to severe neurological symptoms” (p. 11).

Importance of land rights and access to land in controlling, and thus benefiting from, commodities on that land.

“In a detailed study of gender and technology (Evert, 1998), it was found that interventions did not benefit women when: the ‘improvements’ were not more convenient and accessible than traditional sources or activities (e.g. clean water wells), modifications were directed towards commercial uses (e.g. development of forests for resale when fodder needs were not being met), and technologies were generally inappropriate (e.g. ‘improved’ stoves that did not consider the cultural value” (p. 23).

PDF includes a slide show presentation entitled “Women and Artisanal and Small Scale Mining: A Review of Roles and Issues” given by the author at the University of British Columbia. 

Topics: Development, Economies, Economic Inequality, Poverty, Extractive Industries, Gender, Women, Gender Roles, Gendered Power Relations, Gender Equality/Inequality, Governance, Health, Livelihoods, Rights, Land Rights, Women's Rights Regions: Africa, Americas, Central America, South America, Asia

Year: 2003

Poder e Igualdade: as relações de gênero entre sindicalistas rurais de Chapecó, Santa Catarina

Citation:

Boni, Valdete. 2004. "Poder e Igualdade: as relações de gênero entre sindicalistas rurais de Chapecó, Santa Catarina." Estudos Feministas, 12: 289-302.

Author: Valdete Boni

Abstract:

PORTUGUESE ABSTRACT:

A participação das mulheres na direção dos sindicatos, incluindo o Sindicato de Trabalhadores Rurais, tem aumentado nos últimos anos. O movimento sindical rural, historicamente masculino, não aceitava mulheres associadas até início dos anos 1980. Hoje, as mulheres vêm ocupando cargos nas direções executivas, o que não significa que os sindicatos tenham mudado suas práticas discriminatórias. Neste texto analiso as relações de gênero e poder que envolvem homens e mulheres dirigentes no oeste do estado de Santa Catarina. Mesmo com a abertura do espaço sindical para as mulheres e a instauração da cota mínima de 30% de participação feminina estabelecida pela CUT, não há muitas mulheres nos cargos de direção. Elas ficam ‘escondidas’ nos quadros de apoio, ou não participam igualmente, já que o sindicato não evoluiu quanto às suas práticas cotidianas, ainda discriminatórias. É uma batalha constante aliar reivindicações de classe à busca por igualdade de gênero e poder. Às vezes, as mulheres precisam escolher uma das bandeiras.

ENGLISH ABSTRACT:

The participation of the women in the direction of the unions, including Agricultural Workers, has increased in recent years. Until the 80’s, the agricultural syndical movement, specially male, did not accept women associates. Nowadays, women are occupying positions in the executive directory but it does not mean that the unions have changed its pratical discriminatory. This paper presents an analysis concernig gender and power, i.e., a relation between men and women leadership in the west of Santa Catarina State. In spite of improving their participation in the unions and to be established by CUT that 30% of the minimum quota should be women, there are not enough women in the directory positions. They are effectly ocuppying administrative positions or they do not participate equally since the union did not improve its discriminatory participation. It is a frequently war to combine class claims and the search of equality and power gender. Sometimes, they have to choose one claim.

Keywords: gênero, sindicalismo, empoderamento

Topics: Civil Society, Feminisms, Gender, Women, Men, Masculinity/ies, Gender Roles, Gender Analysis, Femininity/ies, Gendered Power Relations, Gender Hierarchies, Gender Equality/Inequality, Governance, Political Participation, Rights, Land Rights, Property Rights, Women's Rights Regions: Americas, Central America, South America Countries: Brazil

Year: 2004

Plano Nacional de Politicas para as Mulheres

Citation:

Presidência da República. 2013. Plano Nacional de Politicas para as Mulheres. Brasilia D.F: Plano Nacional de Politicas para as Mulheres.

Author: Secretaria de Políticas para as Mulheres – Presidência da República

Topics: Civil Society, Development, Economies, Economic Inequality, Education, Gender, Women, Men, Girls, Boys, Gender Roles, Gender Analysis, Gender-Based Violence, Gendered Power Relations, Gender Hierarchies, Gender Equality/Inequality, Governance, Health, Political Participation, Rights, Land Rights, Property Rights, Women's Rights Regions: Americas, Central America, South America Countries: Brazil

Year: 2013

Os direitos da mulher à terra e os movimentos sociais rurais na reforma agrária brasileira

Citation:

Deere, Carmen Diana. 2004. "Os direitos da mulher à terra e os movimentos sociais rurais na reforma agrária brasileira." Estudos Feministas, 12(1): 175-204.

Author: Carmen Diana Deere

Abstract:

PORTUGUESE ABSTRACT:

Este artigo examina a evolução da reivindicação dos direitos da mulher à terra na reforma agrária brasileira sob o prisma dos três principais movimentos sociais rurais: o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), os sindicatos rurais e o movimento autônomo de mulheres rurais. O mérito maior por levantar a questão dos direitos da mulher à terra é das mulheres dentro dos sindicatos rurais. Os direitos formais das mulheres à terra foram conseguidos na reforma constitucional de 1988, e em grande medida isso foi um subproduto do esforço para acabar com a discriminação contra as mulheres em todos as suas dimensões. A conquista das igualdades formais, contudo, não levou a um aumento na parcela de mulheres beneficiárias da reforma, a qual permaneceu baixa até a metade da década de 1990. Isso aconteceu principalmente porque garantir na prática os direitos da mulher à terra não estava entre as prioridades dos movimentos sociais rurais. Além disso, o principal movimento social a determinar o passo da reforma agrária, o (MST), considerava classe e gênero questões incompatíveis. Próximo ao final da década de 1990, entretanto, havia uma consciência crescente de que deixar de reconhecer os direitos da mulher à terra era prejudicial ao desenvolvimento e à consolidação dos assentamentos da reforma agrária e, portanto, para o movimento. O crescente consenso, entre todos os movimentos sociais rurais, sobre a importância em assegurar o direito da mulher à terra, junto com um lobby efetivo, encorajou o Estado em 2001 a adotar mecanismos específicos para a inclusão de mulheres na reforma agrária.

ENGLISH ABSTRACT:

This article examines the evolution of the demand for women’s land rights in the Brazilian agrarian reform through the prism of the three main rural social movements: the landless movement, the rural unions and the autonomous rural women’s movement. Most of the credit for raising the issue of women’s land rights rests with women within the rural unions. That women’s formal land rights were attained in the constitucional reform of 1988 was largely a by-product of the effort to end discrimination against women in all it dimensions. The achievement of formal equality in land rights, nonetheless, did not lead to increases in the share of female beneficiaries of the reform, which remained low in the mid-1990s. This was largely because securing women’s land rights in practice was not a top priority of any of the rural social movements. Moreover, the main social movement determining the pace of the agrarian reform, the land-less movement, considered class and gender issues to be incompatible. By the late 1990s, nonetheless, there was growing awareness that failure to recognize women’s land rights was prejudicial to the development and consolidation of the agrarian reform settlements and thus the movement.The growing consensus among all the rural social movements of the importance of securing women’s land rights, coupled with effective lobbying, encouraged the State in 2001 to adopt specific
mechanisms for the inclusion of women in the agrarian reform.

Keywords: reforma agraria, movimentos sociais, direitos da mulher à terra, Brasil, agrarian reform, social movements, women's land rights, Brazil

Topics: Civil Society, Feminisms, Gender, Women, Men, Gender Roles, Gender Analysis, Gendered Power Relations, Patriarchy, Gender Hierarchies, Gender Equality/Inequality, Political Participation, Rights, Land Rights, Property Rights, Women's Rights Regions: Americas, Central America, South America Countries: Brazil

Year: 2004

Mulheres da Terra: Coordenadoras de Lutas ou Companheiras de Panelas?

Citation:

Delboni, Cláudia. 2013. "Mulheres da Terra: Coordenadoras de Lutas ou Companheiras de Panelas?" Paper presented at Seminário Internacional Fazendo Gênero 10 (Anais Eletrônicos), Florianópolis, September 16-20.

Author: Cláudia Delboni

Abstract:

Pensar a produção teórica sobre a participação das mulheres na luta pela terra é objetivo deste trabalho, considerando que há uma tendência historiográfica que diferencia seu desempenho conforme as fases de acampamento e assentamento. De maneira que os estudos sobre os acampamentos apontam mudanças na divisão sexual do trabalho. Sua visão é de que, nesse período da ocupação, as mulheres saem da esfera privada e reprodutiva e ingressam no espaço público. Já a leitura dos textos sobre a atuação das mulheres nos assentamentos rurais indica, ao contrário, um recuo da participação feminina na esfera pública, cuja atuação se volta para o âmbito do trabalho doméstico. De certa maneira, as mulheres deixavam de ocupar um "lugar político" dentro do assentamento.

Keywords: mulheres, acampamento, assentamento, movimento social, women, camp, settlement, social movement

Topics: Civil Society, Feminisms, Gender, Women, Men, Gender Roles, Gender Analysis, Gendered Power Relations, Patriarchy, Gender Hierarchies, Gender Equality/Inequality, Political Participation, Rights, Land Rights, Property Rights, Women's Rights Regions: Americas, Central America, South America Countries: Brazil

Year: 2013

Mulher do Campo: Educação e Relações de Gênero

Citation:

Da Silva, Edvânia Aparecida. 2009. "Mulher do Campo: Educação e Relações de Gênero." Paper presented at 17º Congresso de Leitura do Brasil, UNESP Presidente Prudente, July 20-24. 

Author: Edvânia Aparecida da Silva

Abstract:

As diferentes perspectivas de pesquisas no meio rural podem revelar os avanços socioeconômicos, as formas de organização dos assentamentos e os acordos estabelecidos no interior dos lotes, sendo estes talvez, os de maior impacto nas vidas existentes no meio rural (MEDEREIROS, 2008). Tanto na esfera do domicílio, o cuidado da casa, dos filhos, da horta e a “ajuda” prestada ao marido, as pesquisas revelam o desprestígio do trabalho feminino. A falta de acesso aos espaços de decisão e o domínio patriarcal principalmente sobre as mulheres são apontados como motivos para a saída das jovens do meio rural e migração para as cidades em busca de escolaridade e emprego (CASTRO, 2008). A educação pode nortear os rumos de uma sociedade, neste caso das relações estabelecidas no meio rural, onde muitas mudanças vêm ocorrendo no modelo de família tradicional. O espaço escolar poderá se configurar como um espaço de reprodução da dominação do homem sobre a mulher ou transmitir outros valores que influenciarão na mudança da tradicional relação entre estes sujeitos. A escola acaba inculcando valores, como por exemplo, o incentivo ao consumo que repercute no acesso as novidades que facilitam o trabalho doméstico e transformam padrões de vida no campo (MEDEIROS, 2008). O que se pretende questionar é o peso da educação na emancipação das mulheres do campo. Até que ponto o acesso à educação torna as mulheres mais críticas sobre sua condição de sujeito que tem direitos negados, como direito a terra, a saúde, a aposentadoria, a salário–maternidade, a educação. Ou se esta consciência de sujeito subordinado acontece no cotidiano e a educação somente contribui para a manutenção da dominação.

Keywords: assentamento rurais, educação popular, gênero

Topics: Civil Society, Education, Feminisms, Gender, Women, Men, Gender Roles, Gendered Power Relations, Patriarchy, Gender Hierarchies, Gender Equality/Inequality, Political Participation, Rights, Land Rights, Property Rights, Women's Rights Regions: Americas, Central America, South America Countries: Brazil

Year: 2009

Jeito de mulher rural: a busca de direitos sociais e da igualdade de gênero no Rio Grande do Sul

Citation:

Van Der Schaaf, Alie. 2003. "Jeito de mulher rural: a busca de direitos sociais e da igualdade de gênero no Rio Grande do Sul." Sociologias, 5 (10): 412-42.

Author: Alie Van Der Schaaf

Abstract:

Este trabalho trata de processos emancipatórios de mulheres, em especial de pequenas agricultoras no sul do Brasil, no Movimento de Mulheres Trabalhadoras Rurais do Rio Grande do Sul – MMTR-RS. A vida diária das agricultoras nos providencia elementos cruciais para entender a sua ação social, sendo o âmbito em que se produzem os significados culturais. Além disso, o enfoque na vida diária revela o impacto dos contextos históricos, econômicos, religiosos e políticos específicos em que a ação social acontece e nos ajuda a entender como as participantes chegam a problematizar demandas coletivas e a desafiar a arena política.

Keywords: movimentos sociais, gênero, cidadania, agricultura, Brasil

Topics: Civil Society, Democracy / Democratization, Gender, Women, Men, Masculinity/ies, Gender Roles, Femininity/ies, Gendered Power Relations, Gender Hierarchies, Gender Equality/Inequality, Governance, Political Participation, Religion, Rights, Land Rights, Property Rights, Women's Rights Regions: Americas, Central America, South America Countries: Brazil

Year: 2003

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